sábado, 14 de agosto de 2010

Recadastramento do INCRA exige georreferenciamento de todas as propriedades rurais do nosso município.


Entenda o que significa o termo georreferenciamento.

GEORREFERENCIAR uma imagem ou um mapa significa tornar suas coordenadas conhecidas num dado sistema de referência. A Lei Federal nº 10.267/01, entre outras alterações, criou o Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (CNIR) e determinou a obrigatoriedade de georreferenciamento ao Sistema Geodésico Brasileiro (SGB) dos imóveis rurais após transcorridos os prazos fixados por ato do Poder Executivo (20/11/2011).


A Lei Federal 10.267, de 28 de agosto de 2001, e o Decreto Federal nº 4.449/02, alterado pelo Decreto Federal nº 5.570/05 , prevêem um recadastramento de imóveis rurais no país. “O recadastramento implica na medição topográfica do imóvel rural, com a instalação de marcos de concreto no perímetro da propriedade, ou seja, é uma forma do proprietário estar preservando o seu patrimônio”, explica o técnico em Agrimensura, Arthur Wilson Barbosa.
Este marco de concreto terá fixado junto um disco de bronze ou alumínio, com as inscrições que identificarão os limites do imóvel através de coordenadas geográficas.

No município de Arara, por exemplo, com mais de 600 pequenas propriedades rurais, os seus proprietários deverão recadastrar o seu imóvel dentro do prazo limitado na lei. Em nosso caso, só existe uma propriedade com mais de 500 hectares, e duas com área variante entre 101 a 500 ha., estes proprietários vão arcar totalmente com as despesas de georreferenciamento.

Já os pequenos, com áreas menores de 100 ha., poderão fazer o recadastramento, segundo a lei, com subsídios do INCRA-Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. Segundo Arthur, os proprietários deverão ser notificados pelo INCRA para o recadastramento de seu imóvel.
A partir de 20/11/2011, todos os imóveis deverão ser georreferenciados por técnicos especializados. O valor médio dos serviços de topografia, pode variar de R$ 10,00 a R$ 20,00 por hectare, dependendo diretamente do grau de dificuldade topográfica do imóvel.

DOS OBJETIVOS

Os dois principais objetivos do Governo Federal para a realização desse trabalho são:
a) detectar a questão da grilagem de terras;
b) corrigir a superposição de áreas registradas em cartório.

No título de posse esse georreferenciamento permitirá que a propriedade seja colocada no seu devido lugar no espaço, o objetivo maior do governo é reconhecer aquele grande latifundiário que explora a terra sem documentação legal.

O termo georreferenciamento significa identificação geográfica do imóvel em relação ao globo, descrevendo sempre com clareza seus limites e confrontantes.
Diz mais Arthur: um país continental como o Brasil, que possui grandes extensões de terras, maiores que alguns países da Europa, muitos de seus proprietários não têm titulação de suas terras. “As pessoas que estão de posse dessas áreas e que não puderam comprovar a legalidade da ocupação, terão essas terras retomadas à União, pois estão lá como grileiros”- comparou.

MEDIDAS POR ESTIMATIVA

“No passado, existia uma pessoa especializada em estimar o tamanho das propriedades sem cálculos científicos, que era chamado de 'louvado'. Hoje, o seu substituto é o agrimensor. Mas essa medição passou antes por 'correntes' e hoje a tecnologia tem aparelhos super sofisticados como o GPS-Sistema de Posicionamento Global, explicou Arthur, acrescentando que a medição se faz com o apoio de 24 satélites orbitais a terra. “Sabemos hoje que existem muitos imóveis rurais com áreas documentais estimadas, que não condizem com a área real ocupada. Os proprietários não devem temer essa diferença que será corrigida agora, através do georreferenciamento, e também ira melhorar a descrição da malha fundiária no país”.
Segundo Arthur, esse georreferenciamento não será feito através de imagens de satélite. Afirma o técnico que o recadastramento irá moralizar a situação fundiária do país. “Depois da legislação, praticamente, o país parou, porque qualquer alteração na matrícula do imóvel, o Cartório não poderá registrar a escritura sem o georreferenciamento. É preciso medir e demarcar”- afirmou, enumerando os casos em que o georreferenciamento é obrigatório: compra, venda, transmissão, parcelamento, divisão, retificação, averbação de áreas de reservas, dentre outras.

DA PRECISÃO DOS TRABALHOS E EXIGÊNCIAS DO INCRA

A precisão a ser atingida na determinação de cada ponto de coordenada do perímetro do imóvel rural não deverá ultrapassar a medida de 50 centímetros, conforme as Normas Técnicas definidas pelo INCRA, estabelecendo também nesta norma os tipos de aparelhos topográficos que deverão ser utilizados na execução de tais atividades.

Devemos ficar atentos na hora da contratação dos serviços de topografia, pois as normas são rígidas e os profissionais, têm que estar bem aparelhados e tecnicamente credenciados junto ao INCRA.

Veja o modelo do termo de um imóvel georreferenciado de acordo com a nova regulamentação:


MODELO DE AVERBAÇÃO

AV-2/2.000(AV-dois/dois mil), em 13 de agosto de 2010.-

GEORREFERENCIAMENTO COM ABERTURA DE MATRÍCULA E ENCERRAMENTO - Nos termos do (i) requerimento datado de dez de agosto de dois mil e dez (2010), instruído com (ii) planta e memorial descritivo elaborados pelo responsável técnico Fulano de Tal, de acordo com o artigo 9º da Lei nº 10.267/01, regulamentada pelo Decreto nº 4.449/02, contendo as coordenadas dos vértices definidores dos limites dos imóveis rurais, georreferenciados; com (iii) declaração firmada sob pena de responsabilidade civil e criminal, de que não houve alteração das divisas do imóvel registrado e que foram respeitados os direitos dos confrontantes; com (iv) Escritura Pública Declaratória outorgada pelos proprietários dos imóveis confrontantes, objetos das matrículas números 1.000, 2.000 e 3.000, Livro 2-Registro Geral, desta Serventia; e, com (v) Certificação emitida pelo INCRA, em 09/08/2010, assinada por Beltrano - FCT-04 - CREA 0001-PB, de que a poligonal referente ao memorial descritivo deste imóvel, não se sobrepõe, nesta data, a nenhuma outra poligonal constante de seu cadastro e que a execução foi efetuada em atendimento às especificações técnicas estabelecidas para o georreferenciamento de imóveis rurais, fica constando que a área do imóvel objeto desta matrícula passa a ser de oitenta e cinco hectares e oitenta e seis centiares (85,00,86 ha), encerrada num perímetro de seis mil, cento e trinta metros e setenta e sete centímetros (6.130,77m), confrontando, AO NORTE, com Maria Souza e Morro do Urubu, AO LESTE, com Maria Peba e Morro do cafife, AO SUL, com Rio Jacaré e, AO OESTE, com Zé Peba e Rubão Soares, cujas dimensões e confrontações são as seguintes: "PARTINDO do piquete P-5, georeferenciado ao Sistema Geodésico Brasileiro, meridiano central 45WGr, Datum SAD-69, cravado na margem direita do Morro do Urubu, definido pela coordenada geográfica de latitude 5º34’11.555216" Sul e Longitude 37º35’37.112377"Wgr., e pelas coordenadas Plano Retangulares Sistema UTM Norte: 3.277.997,60m e Leste: 459.114,12m, segue-se confrontando pelo referido morro, sentido cidade, em uma distância de 1.449,11 m, chega-se ao piquete P-6, (Norte: 8.273.291,87m e Leste: 331.511,00m), cravado na foz do Córrego do Morro com o Rio Urucuia; daí, segue-se pela margem esquerda do referido rio, sentido montante, com uma distância de 1.600,62m, chega-se ao piquete P-1, (Norte: 8.272.053,17m e Leste: 330.164,66m); daí, segue-se confrontando com terras de Maria Souza, com a distância de 14,04m e azimute verdadeiro de 502º08’22", chega-se ao piquete P-2 (Norte: 8.272,060,64m e Leste: 330.152,77m); daí, seguindo com a distância de 3.620,27m e azimute verdadeiro de 349º09’46", chega-se ao piquete P-3 (Norte: 8.273.652,10 m e Leste: 329.848,13); daí, segue-se confrontando com terras de Zé Peba, em uma distância de 2.104,41m, chega-se ao piquete P-4 (Norte: 8.275.719,91 m e Leste: 329.457,84 m); daí, seguindo com a distância de 2.342,32m e azimute verdadeiro de 349º46’29", chega-se ao piquete P-5, ponto inicial da presente descrição, fechando, assim, o seu perímetro". O imóvel acima descrito foi matriculado nestes Serviços sob o número 150, Livro 2-Registro Geral, com o quê ENCERRA-SE a presente escrituração.-

PROTOCOLO - Título apontado sob o número 500, em 13-08-2010.

Arara, 13 de agosto de 2010.-

domingo, 18 de julho de 2010

A importância da comunicação

O ruído na comunicação... Veja a confusão que uma conclusão precipitada pode causar.

Em um determinado país foi criado um programa de incentivo à natalidade, pois o número de habitantes estava caindo e a proporção de idosos crescia assustadoramente. Necessitando de mão-de-obra, o governo decretou uma lei que obrigava os casais a terem um certo número de filhos. Previa também uma tolerância de cinco anos após o casamento, ao fim dos quais, o casal deveria ter pelo menos um pimpolho.
Aos casais que no fim do prazo não conseguissem ter um filho, o governo destacaria um agente auxiliar para que a criança fosse gerada. Neste cenário se deu o seguinte diálogo entre um casal:
MULHER: Querido, completamos hoje 5 anos de casamento!
MARIDO: É... Querida e, infelizmente não tivemos um filho sequer.
MULHER: Será que eles vão mandar o tal agente?
MARIDO: Não sei... Talvez mandem.
MULHER: E se ele vier?
MARIDO: Bem, eu não posso fazer nada.
MULHER: E eu, menos ainda...
MARIDO: Vou sair, já estou atrasado para o trabalho.

Logo após a saída do MARIDO, bateram à porta: TOC, TOC, TOC!!!! A MULHER abriu e encontrou um HOMEM de boa aparência à espera. (Tratava-se de um fotógrafo que saiu para atender um chamado de uma família que queria fotografar sua criança recém-nascida, mas que por um engano, errara o endereço procurado). E o seguinte diálogo se seguiu:
1. HOMEM: Bom dia! Eu sou...
2. MULHER: Ah, já sei! Pode entrar.
3. HOMEM: Obrigado. Seu esposo está em casa?
4. MULHER: Não. Ele foi trabalhar.
5. HOMEM: Presumo que esteja a par da minha vinda aqui?!...
6. MULHER: Sim, o meu marido também já está sabendo de tudo. E, eu concordo!
7. HOMEM: Ótimo. Então vamos começar
8. MULHER: Mas já? Tão rápido...
9. HOMEM: Preciso ser breve, pois tenho ainda 16 casas para visitar, ainda hoje.
10. MULHER: Minha nossa! O senhor agüenta?
11. HOMEM: O segredo é que eu gosto do meu trabalho, me dá muito prazer!
12. MULHER: Então vamos começar. Como faremos e onde você prefere?
13. HOMEM: Permita-me sugerir: - Uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá e, uma em pé ao lado da mesinha do telefone.
14. MULHER: Serão necessárias tantas?
15. HOMEM: Bem, talvez possamos acertar na mosca já na primeira tentativa.
16. MULHER: O senhor já visitou alguma casa neste bairro?
17. HOMEM: - Não, mas tenho comigo uma variedade de amostras do meu trabalho e... (mostrou algumas fotos de crianças). - Não são lindas??
18. MULHER: Como são belos estes bebês! Foi o senhor mesmo quem fez?
19. HOMEM: Sim. Veja esta aqui, por exemplo, foi conseguida na porta do supermercado.
20. MULHER: Que horror! O senhor não acha muito público?
21. HOMEM : Sim, mas a mãe queria muita publicidade.
22. MULHER: Eu não teria coragem!!!
23. HOMEM: Esta aqui foi em cima do ônibus.
24. MULHER: Cacilda!!!
25. HOMEM: Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz.
26. MULHER: Claro, eu imagino!
27. HOMEM: Esta foi feita no inverno, em um parque de Diversões.
28. MULHER: Credo! Como o senhor conseguiu? Não sentiu frio?
29. HOMEM: Não foi fácil! Como se não bastasse a neve caindo, tinha uma multidão em volta.Quase não consegui acabar.
30. MULHER: Ainda bem que sou discreta, e não quero ninguém nos olhando.
31. HOMEM: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se me der licença, eu preciso armar o tripé.
32. MULHER: Tripé?!!!
33. HOMEM: Sim madame, pois o negócio, além de pesado, depois de armado mede quase um metro. Depois de ouvir isso, a mulher desmaiou...

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Texto para reflexão

O Cavalo e o Porco


Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!!!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa! Um, dois, três!
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar!
Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai...
Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu, Campeão!!!
Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa...
"Vamos matar o porco!!!"

Ponto de reflexão: Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. Ninguém percebe, quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso. "Saber viver sem ser reconhecido é uma arte." Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: "Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic." Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de sucesso...


(autor desconhecido)

"É sábio olhar para trás, pois é avaliando a tortuosidade de nossas pegadas, que poderemos garantir um caminho reto para o futuro."

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Arara, ontem e hoje...

Arara, 2010 (vista panorâmica da cidade)


Arara, 1971 (vista panorâmica da cidade)






Atendendo a pedidos de um amigo, decidimos postar as duas fotografias de Arara, com uma diferença de 39 anos de uma para outra. A primeira de 1971 e a mais recente de 2010. Veja você mesmo e faça as comparações entre o passado "bucólico" e o presente "cosmopolita", depois tire suas próprias conclusões. Afinal, a cidade de Arara cresceu ou apenas "inchou" nos últimos quarenta anos ?

domingo, 13 de junho de 2010

Antes que eu me esqueça...

Arara, 7/9/1965 (desfile do povo mais feio da cidade...)


Arara-PB, 1964 (Rua Epitácio Pessoa, ao fundo estrada para Casserengue)



O amigo Ricardo Medeiros questionou o motivo de tantas fotografias antigas da minha última postagem. O fato é que numa sociedade em que os índices de analfabetismo são alarmantes, cujos membros mais diletos estão de passagem marcada para o além, a memória viva dos tempos primordiais deverá ser registrada através de biografias (o que não é o nosso caso!) ou através de imagens.

Enveredamos pela segunda opção, enquanto ainda existem as imagens do acervo pessoal do espólio de Marísio Moreno, provavelmente registradas pela lente de "Zefa da Cobra" através de fotografias "lambe-lambe", muitas já desfocadas pela ação do tempo.
Ai está, amigo Ricardo, as explicações para a postagem desse acervo "museológico" das imagens de Arara. Em breve, postaremos fotografias atuais, comprando-as com as antigas...







quarta-feira, 9 de junho de 2010

Somente para os moradores de Arara: O que é o tempo?

Arara-PB, 1971: Vista panorâmica da cidade.



Arara, 1963: Moradores da Rua Gama Rosa (muitos eventos aconteceram nesta casa... Depois eu escreverei sobre ela.)


Arara, 1963: Tanque da Serra (daqui se abastecia toda a cidade através do chafariz)



Arara, 1964: fila para abastecer recipientes com água (chafariz da Rua Gama Rosa)


Arara, 1963: Almoxarifado municipal (atual anexo da Câmara)




Arara, 1954: Antigo pátio da feira-livre (em frente ao atual Banco do Brasil)



Arara, 1962: Interior do antigo mercado público (atual prédio do Banco do Brasil)



Arara, 1963: Construção do mercado público (motivo de muitas desavenças locais)



Arara, 1963: Construção da Praça Pedro Gondim



Arara, 1964: Rua Solon de Lucena (ao fundo, ver-se o caminhão de João Medeiros)




Arara, 1964: Vista panorâmica da Praça Pedro Gondim, logo após a inauguração.


Rua Epitácio Pessoa: Desfile Cívico de 7 de setembro de 1966.



Arara, 1964: Trav. Epitácio Pessoa (Beco de Zé Nenen)


Arara, 1964: Início da Rua Padre Ibiapina (ao fundo o carrocel de Pedro Viturino)



Para fechar este post: Arara-PB; visão panorâmica da cidade em fevereiro/1971. Você acredita que mudou alguma coisa?



Pense sobre isto... sugiro que começe pelo tempo. O que é o tempo?

Se não me perguntarem, eu sei o que é. Se tiver que explicar para alguém, não sei. O problema é que o passado não estar mais aqui, o futuro ainda não chegou e o presente, passa tão rápido que parece não ter extensão alguma. Aliás, se o presente surge apenas para virar passado, não daria para dizer que o tempo é uma busca pela não-existência?

Albert Einstein entendia que o tempo é uma ilusão. Para ele, a distinção entre passado, presente e futuro, não passa de uma firme e persistente ilusão.

Ora se o maior gênio da física de todos os tempos assim pensava, o que diria eu, sendo um simples mortal?
E você, caro(a) leitor/observador(a) dessas fotografias de quase meio século. Para você o que é o tempo?

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Arara, 1963. Panorâmica da Rua Hermes Lira, próximo a residência do Professor Tarcísio.

Devido a problemas técnicos-operacionais (esqueci minha senha), durante todo este mês de fevereiro não postei nada, entretanto, agora vou continuar escrevendo.



Para início de conversa, gostaria de saber sua opinião a respeito do discurso do Governador Zé Maranhão em plena celebração religiosa em Santa Fé, no último dia 19/02...



Opine também a respeito da famosa "operação padrão" desencadeada pela Polícia Militar (CPTRAN) em nossa cidade, na última segunda-feira dia 22/02, para angariar fundos, digo apreender motocicletas roubadas ou furtadas. O que você pensa sobre isto?



Por fim, para retormar nosso assunto, pensem nos tempos em que Arara era assim como nesta fotografia postada acima.